
Moleque Tião é um drama estreado em 1943, dirigido por Jose Carlos Burle, esta obra como a maioria desse período foi perdida ao longo do tempo. Por essa escassez do seu material audiovisual só é possível ter acesso a seu conteúdo através de documentos e relatos como o artigo Suicidas e foliões: chanchada, carnavalização e realismo no filme Tudo azul, de Moacyr Fenelon (1951) e por enciclopédias como a Itaú Cultural ou relatos documentados a seguir:
"Assunto ousado, como se vê, para a mentalidade dos anos 1940, bastante segmentada em termos sociais, morais e raciais. O atrevimento se deve sobretudo ao perfil do diretor José Carlos Burle, um dos fundadores da Atlântida, onde incentivava a produção de “filmes sérios”. O primeiro longa-metragem do estúdio, em 1943, fora uma biografia disfarçada de Grande Otelo, Moleque Tião, dirigida por Burle."
(Rastros de Carmattos)
"Seduzido pela miragem do teatro e no afã de realizar seu sonho, cuja oportunidade se lhe oferecia com a existência de uma companhia negra de revistas na capital do país, um pretinho, deixando sua modesta morada, ruma para a grande cidade. Logo no início o rapazinho se depara com a primeira desilusão - a companhia à mingua de êxitos -, dissolvera-se. Condoído de sua situação e reconhecendo-lhe valor artístico, um compositor o proteje, levando-o para sua pensão, e isso até que chega o sucesso."
(Extraído do site da cinemateca brasileira)
Ficha Técnica
- --> Data de lançamento
- 1943
- --> Autores
REFERÊNCIAS:
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