sexta-feira, 3 de março de 2017

[CINEMA] Carnaval no fogo

                                                      

Carnaval no fogo é uma comédia musical chanchada (na qual predomina o humor ingênuo) estreado em 1949, dirigido por Watson Macedo.

SINOPSE: 

"Um quadrilha de criminosos hospeda-se no Copacabana Palace a espera do chefe desconhecido, que será identificado por sua cigarreira incomum. Acidentalmente o objeto acaba parando nas mãos de Ricardo (Anselmo Duarte), diretor artístico do hotel, o que gera uma série de confusões envolvendo sua namorada, Marina (Eliana Macedo), Serafim (Oscarito), o atrapalhado assistente que sonha em ser ator, e os bandidos."

Ficha técnica:

Data de lançamento desconhecida (1h 37min)
Direção: Elenco: OscaritoAnselmo DuarteEliana Macedo maisGêneros Comédia Comédia MusicalNacionalidade Brasil


http://revista.arquivonacional.gov.br/index.php/revistaacervo/article/view/133

[ARTES VISUAIS] Tarsila do Amaral



Nascida em 1 de Setembro de 1886 no Município de Capivari, São Paulo, Tarsila começou no campo das artes através das esculturas, passando para aulas de desenho e pintura no Ateliê Pedro Alexandrino em 1918, onde conheceu Anita Malfatti. Depois de estudar em Paris e voltar para o Brasil, Tarsila foi introduzida na área modernista e acabou formando sua própria panelinha juntamente com Anita, Oswald de Andrade, Mário de Andrade e Menotti del Picchia.

Depois de mais uma viagem para Paris e uma temporada em Minas Gerais, que inspirou a fase ''Pau Brasil'' de suas Obras, Tarsila fez sua primeira exposição individual em Paris, em 1926, que foi muito bem recebida pela crítica.

Em 1928 pintou o ''Abaporu'', que significa antropófago (alguém que come carne humana; canibal), dando início ao Movimento Antropofágico juntamente de Oswald de Andrade, com quem estava casada. A antropofagia era uma metáfora para os artistas que queriam ''comer'' a arte européia e ''digerí-la'' em algo que fosse mais fiel às raízes brasileiras.

Em 1929 fez sua primeira exposição individual no Brasil, porém dividiu a crítica, já que seu estilo de arte era incompreendido por muitos. Nesse mesmo período, com as crises nos EUA e no Brasil, Tarsila passou por maus momentos: sua família perdeu dinheiro e ela teve que começar a se sustentar sozinha, além de ter se separado de Oswald.

Tarsila se reergueu no início dos anos 30, com um novo namorado (Osório César, médico do Partido Comunista) e uma exibição em Moscou onde criou um carinho pela classe operária. De volta ao Brasil, acabou se influenciando pelo ideais comunistas, porém depois de ter sido presa por 1 mês, terminou seu relacionamento com Osório e não quis mais se envolver com política. Tudo pelo qual Tarsila havia passado a inspirou a pintar mais sobre o aspecto social da vida, com obras como ''Operários'' e ''Segunda Classe''.

Trabalhou como colunista nos Diários Associados de Assis Chateaubriand de 1936 até os anos 50, quando voltou com o tema ''Pau Brasil''.


Referências:

Site oficial de Tarsila do Amaral: http://tarsiladoamaral.com.br/biografia/

[CINEMA] Este mundo é um pandeiro

                                  


Dirigido por Watson Macedo Este mundo é um pandeiro foi estreado em entre 1946 e 1947, com duração de 108 minutos esta comédia tinha como objetivo fazer uma paródia a cultura estrangeira, expondo políticos e sociais do país.
                                                      Resultado de imagem para este mundo é um pandeiro 1947
                                                     

Sinopse: "Esposa pede ao marido farrista para ficar em casa, pois devem chegar seus pais, que não o conhecem, nem mesmo de fotografia. Mas o marido escapa e vai a uma boate onde encontra Oscarito, que tem um acesso de riso ao ouvir o nome dele (Cornélio lhe lembra corno). Da atitude de Oscarito resulta uma briga, durante a qual ele perde a memória. Ao sair da boate, Cornélio apanha, por engano, o paletó de Oscarito. Assim, quando o amnésico, que ficou com o paletó de Cornélio, sai do hospital todo enfaixado, os enfermeiros o levam para a casa da esposa de Cornélio, que o recebe como seu marido (está todo enfaixado) e que os pais aceitam como genro. Mas a criada, no dia seguinte, descobre que o marido não é o marido e a esposa, embora aflita, resolve manter a situação por causa dos pais. Cornélio tenta voltar para casa. A criada não o deixa entrar. De fora ele vê a esposa tratar Oscarito como se fosse o marido e os pais da esposa o mandam prender como impostor. Assim que os pais viajam, a esposa expulsa Oscarito que vai se apresentar a um clube de boxe, pois sendo a briga a única coisa de que se lembra, pensa ser lutador e espera que poderão identificá-lo. Os empresários pensam que se trata de um débil mental e aproveitam a situação para escalá-lo contra um temível lutador contra quem ninguém quer lutar. Amigos de Oscarito ficam sabendo da situação pelos jornais e tentam salvá-lo. Mas a luta se dá e o 'estilo' de Oscarito desorienta o adversário. Oscarito vence e ganha muito dinheiro. Por ocasião de um espetáculo no Teatro Municipal, Oscarito e Cornélio encontram-se e este quer se vingar. Mas, graças à intervenção da esposa que explica a situação, tudo acaba bem." 
                                                                      (Extraído do site da cinemateca brasileira)



Ficha Técnica

Gênero: Comédia
Duração: 
Lançamento (Brasil): 1946
Distribuição: U.C.B. – União Cinematográfica Brasileira
Direção: Watson Macedo
Assistente de direção: Roberto Machado
Roteiro: Watson Macedo
Argumento: Watson Macedo e Hélio do Soveral
Co-produção: Atlântida Cinematográfica
Música: Lírio Panicali
Sonografia: Jorge Coutinho
Fotografia: Edgar Brasil
Cenografia: José Cajado Filho
Montagem: Waldemar Noya e Watson Macedo
Coreografia: Yuco Lindberg

Título original: Este Mundo É Um Pandeiro



http://anais.anpuh.org/wp-content/uploads/mp/pdf/ANPUH.S25.1261.pdf

[CINEMA] Coisas Nossas

                                                          

Estreado em 23 de novembro de 1931, em São Paulo, Coisas Nossa é uma longa-metragem dirigida por Wallace Downey, com duração de 35 minutos, no qual engloba comédia e ficção, sendo o primeiro filme sonoro comercializado com boa aceitação pelo público.


                                      Resultado de imagem para coisas nossas 1931

Sinopse: "Dois amigos, após uma discussão, decidem fazer juntos uma serenata para uma namorada em comum, mas acabam trocando tapas durante os preparativos, depois de um trapacear o outro."

Ficha Técnica 


Direção: Wallace Downey
Produção: Alberto Byington Jr.
Música: Joubert de Carvalho
             Noel Rosa
             Marcelo Tupinambá 
Cinematografia: Alberto Kemeny
                          Rudolf Rex Lustig 
Companhia produtora: Byington e cia 


http://s3.amazonaws.com/academia.edu.documents/36894474/95.pdf?AWSAccessKeyId=AKIAIWOWYYGZ2Y53UL3A&Expires=1488551118&Signature=BMy65qbwvnhfHI8mLZYzTt1LvHg%3D&response-content-disposition=inline%3B%20filename%3DDoutora_em_Historia_pela_Universidade_Fe.pdf
Referências: 

http://www.bocc.ubi.pt/~boccmirror/pag/carvalho-marcia-coisas-da-roca.pdf

http://antigo.anppom.com.br/anais/anaiscongresso_anppom_2007/teoria_e_analise/teorana_MRCSilva.pdf

quinta-feira, 2 de março de 2017

[CINEMA] Ganga Bruta (Humberto Mauro 1933) - Aventura

FILME COMPLETO









Resultado de imagemGanga Bruta é um filme brasileiro de 1933 dirigido por Humberto Mauro e produzido para a Cinédia por Ademar Gonzaga. Em novembro de 2015 o filme entrou na lista feita pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos.



Por causa do tema polêmico, a crítica da época chegou a chamar Ganga Bruta de "o abacaxi da Cinédia". Relegado ao esquecimento, foi recuperado em 1952 para a 1ª Retrospectiva do Cinema Brasileiro, que o consagraria como a obra-prima de Humberto Mauro.
Anos depois, em sua Revisão Crítica do Cinema Brasileiro, Glauber Rocha o consideraria "um dos vinte maiores filmes de todos os tempos" e atribuiria a Humberto Mauro o título de "pai do cinema brasileiro".[2]

Adhemar Gonzaga Produziu mais de 50 filmes de diretores como Humberto Mauro, Gilda de Abreu e Luís de Barros. Dirigiu, entre outros, o drama "Barro Humano" (1929) e quatro comédias musicais que inspirariam as chanchadas dos anos 50, com destaque para o clássico "Alô, Alô Carnaval" (1936), estrelado por Carmen Miranda e sua irmã Aurora Miranda, onde elas cantam o clássico "Cantoras do Rádio" e outros ídolos do rádio.

[CINEMA] "Limite" (1931) por Mario Peixoto — Trecho inicial



Resultado de imagem O filme do diretor brasileiro Mário Peixoto, filmado em 1930 e apresentado pela primeira vez em 17 de maio de 1931, no Cinema Capitólio, localizado na Cinelândia, na cidade do Rio de Janeiro. Foi o único filme escrito e dirigido por Mário Peixoto.
 O mais importante filme mudo brasileiro. A obra de 110 minutos tem imagens poéticas e intimistas, além de fusões, cortes e ângulos audaciosos.
As filmagens de Limite foram feitas no município de Mangaratiba na Fazenda Santa Justina, pertencente a Victor de Souza Breves, parente de Mario Peixoto. O tema do filme é a passagem do tempo e a condição humana.
O filme provocou muita polêmica nas suas primeiras exibições e inclusive houve quebra-quebra durante a sua exibição. Acabou virando um mito, já que por muitos anos não foi exibido novamente. Recuperado nos anos 70, o filme se tornou uma obra-prima e deixou sua marca na história cultural do Brasil.

[CINEMA] O Ébrio - Vicente Celestino(1946)




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Clipe: Vicente Celestino - O Ébrio
Filme: O Ébrio
Ano: 1946
Diretor: Gilda de Abreu.
Elenco: Vicente Celestino, Alice Archambeau, Rodolfo Arena e Walter d'Ávila.
"Tornei-me um Ébrio e na bebida busco esquecer/Aquela ingrata que eu amava e que me abandonou/ Apedrejado pelas ruas vivo a sofrer..."




O Ébrio é um filme brasileiro de 1946 dirigido por Gilda de Abreu e escrito por ela e seu marido Vicente Celestino, que protagoniza o filme. Inspirado na canção epônima de Celestino, a história havia sido antes transposta para uma peça de teatro. É possivelmente um dos maiores sucessos da história do cinema brasileiro, quebrando em diversas capitais os recordes de Gone with the Wind.